O TDAH não é desobediência. Não é falta de esforço. É um jeito diferente de ser e de sentir — e enquanto focarmos só no comportamento, vamos deixar de ver o essencial.

Por isso criei o E-book ! CONVIVENDO COM O TDAH.

Compreender o TDAH é mais do que identificar sintomas: é enxergar o ser humano por trás do comportamento. Este e-Book te mostra como fazer isso em cada fase da vida.

Saber identificar as dores e os desafios de quem sofre com o TDAH é essencial.


Física
Mental
Espiritual e emocional

As pessoas com TDAH experimentam uma série de desafios: as "dores" do transtorno.

Cansaço constante por que não conseguem descansar.
Escreve rápido, com letra ilegível.
Sensação de estar sempre ansioso e acelerado.
Tensão muscular por sobrecarga mental.
Se perdem na organização de tarefas.

Tristeza por causa da irritação.
Angústia por não conseguir silenciar a mente.
Vazio ao final do dia, sensação de improdutividade, incompetência.
Angústia interna por estar sempre “correndo”.
Sentimento de culpa por “não dar conta”.

Sou arte educadora, psicopedagoga, psicóloga e fiz uma especialização em Dependência Química.
Esse ebook foi baseado na minha experiência pessoal.
O TDAH está na minha vida desde a infância,
e só tive diagnóstico na fase adulta.
Você tem a dificuldade em atingir metas, sensação de incompetência e as críticas podem levar você a uma baixa autoestima e autoconfiança?

PARA QUEM É ESTE MATERIAL?

Pais que querem ser apoio, não apenas correção Professores que desejam lidar melhor com seus alunos neurodivergentes Adultos com TDAH que querem se entender e se acolher

Depoimento

"Depois que li o eBook, percebi que meu filho não era difícil — ele estava pedindo ajuda do jeito que sabia. Me senti mais preparada para cuidar e acolher." — Renata M., mãe e professora

Quem sou eu?

 

Sou psicóloga,  psicopedagoga e professora de Artes. Fiz uma pós-graduação em Dependência Química, mas minha história com a educação começou de um jeito bem diferente…Eu não gostava de estudar. Na verdade, eu tinha medo.
Tudo começou quando uma professora rabiscou meu caderno — e, junto com ele, destruiu minha vontade de aprender.
Aquilo que poderia ser um gesto simples, virou um trauma profundo.
Mas em vez de parar por aí, eu fui atrás de entender minhas dores.
Mesmo sem um diagnóstico, mergulhei no mundo do TDAH porque eu sabia que o que eu sentia não era preguiça, nem desatenção — era algo mais profundo que ninguém explicava. Hoje, uso minha história pra ajudar outras pessoas a enxergarem que por trás de cada comportamento existe uma dor.
E por trás da dor, um ser humano pedindo pra ser compreendido. 

Lurdinha Batista